Qual é a jogada, Sr Presidente?

Este NDDCSBRP protocolou requerimento ao presidente da Câmara Municipal de São Benedito, Sr Manoel Bida, solicitando que o mesmo divulgasse as prestações de contas daquela casa legislativa.
O requerimento foi protocolado em 23 de maio deste ano. Como não fomos atendidos, reiteramos a solicitação com novo protocolo em 12 de julho deste mesmo ano. Até a presente data estamos aguardando as tais contas para análise popular, uma vez que trata-se de dinheiro público.
Qual será o temor do excelentíssimo presidente?
Ao que sabemos, a Câmara recebe repasse de aproximadamente 55 mil reais, gastando com folha de pagamento dos vereadores e demais funcionários um pouco mais de 20mil. Com as demais despesas, gastaria-se em torno de 8 mil, sobrando, dessa forma, aproximadamente, 15 mil reais. E o saldo?
SOMENTE AS PRESTAÇÕES DE CONTAS NOS RESPONDERÃO.

Núcleos se reúnem para formação continuada

Os Núcleos de Desenvolvimento dos Direitos da Cidadania, NDDC, dos municípios de São Benedito do Rio Preto-MA, Urbano Santos e Belágua se reunirão no próximo domingo, 31/07/2011, das 08:00 às 14:00 na sede do Sinproesemma na cidade de Urbano Santos.
Na oportunidade serão discutidos assuntos de interesse das três comunidades, além de aprimorar a formação de seus membros com palestras, seminários e discussões sobre assuntos relacionados ao desenvolvimento dos direitos da cidadania.

Recorde de acesso

Em junho de 2011 nosso blog chegou à incrível marca de 5229 (cinco mil, duzentos e vinte e nove) acessos, recorde desde o início de sua existência.
Pois bem, até  às 12:30 de hoje, 29/07,  os acessos deste mês de julho de 2011 bateram novo recorde, atingindo, até o momento, 5421 (cinco mil quatrocentos e vinte e um) acessos.

Isso mostra que o trabalho feito por este NDDCSBRP está sendo acompanhado de perto pelos sambeneditenses.
Continuemos vigilante no sentido de moralizar a aplicação das verbas destinadas à melhoria da qualidade de vida de nossos conterrâneos, sobretudo dos mais necessitados, que são os mais lesados pelos gestores públicos de nosso município.
Em breve comemoraremos novas conquistas resultado do trabalho deste Núcleo.

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Prefeito publica Lei de 1994 em Diário Oficial deste mês

O prefeito municipal de São Benedito do Rio Preto-MA, José Creomar de Mesquita Costa, publicou no DOEMA de 22 de julho de 2011 (semana passada), a Lei Municipal nº 501 de 08 de abril de 1994.
A Lei cria o Fundo Municipal de Saúde, cujo gestor é ele mesmo.
Qual será a finalidade do gestor com essa publicação? Ainda não sabemos, mas coisa boa não deve ser.
Os senhores já perceberam que há tempos não citamos os vereadores em nossas postagens? Talvez muitos não. Mas nós também não havíamos percebido.
SERÁ QUE OS VEREADORES SÃO REALMENTE NECESSÁRIOS?
Senhores Vereadores, acordem. Os senhores estão escrevendo seus nomes na história de nossa cidade, mas é com lama. Aproveitem as eleições do próximo ano e larguem de vez a política.
Povo de são Benedito cobre lisura de seus vereadores, afinal, nçao são eles os políticos mais próximos do nós?

Prefeito anda preocupado com sua situação

Esses são os únicos pregões que a população de São Benedito do Rio Preto-MA presencia na gestão do Sr José Creomar de Mesquita Costa, pois aqueles que deveriam ocorrer nas compras e contratações de serviços pela prefeitura municipal são iguais cabelo de freira:ninguém vê.
Façamos um breve histórico dessas licitações:
  • PREGÃO Nº 018/2011 -  Contratação de Empresa para realização de Concurso público:
    • Publicação no diário oficial: chamada pública para o pregão presencial;
    • Não ocorreu o pregão presencial, na verdade os funcionários nunca nem tinham ouvido falar nisso, tampouco sabiam onde ficava a sala de licitação. Ainda por cima, o secretário de Administração, Jovemar Cardoso, saiu fugido do prédio;
    • Contratação da empresa escolhida pelo prefeito para realizar o tal concurso.
    • A história do concurso que já nasceu fadado ao cancelamento já foi extensamente mostrada neste blog.
  • PREGÃO Nº 019/2011 -   Contratação de Empresa para fornecimento de materiais elétricos, hidráulicos e de irrigação:
    • Publicação no diário oficial;
    • Novamente não ocorreu o pregão;
    • Contratação: ainda não temos maiores informações sobre a realização da compra ou outro destino dado ao dinheiro.
  • PREGÃO Nº 020/2011 -   Contratação de Empresa para fornecimento de Equipamentos diversos para Educação:
    • Publicação no diário oficial;
    • Novamente não ocorreu o pregão;
    • Contratação com recursos do FUNDEB/MDE é datada de 06/07/2011 e foi publicada dois dias depois na página 02 do jornal oficial. Na pág. 03 do mesmo jornal, o Sr Creomar Mesquita, "no uso de suas atribuições legais, HOMOLOGA o contrato em favor da empresa (escolhida por ele) FERREIRA & CHAGAS (cnpj Nº 08.415.520/0001-27) com preço total de R$: 340.185,00". É MOLE, OU QUER MAIS? POIS TEM MAIS!;
    • Ainda não temos mais informações sobre a realização da compra ou outro destino dado ao dinheiro.
  • PREGÃO Nº 021/2011 -   Contratação de Empresa para aquisição de equipamentos(mesa e cadeira de informática) para as unidades escolares:
    • Publicação no diário oficial, marcando o pregão para ontem às 09:00 na sala de licitação da prefeitura;
    • Novamente não ocorreu o pregão;
    • Contratação: AGUARDAREMOS PARA OS PRÓXIMOS DIAS A PUBLICAÇÃO DA EMPRESA ESCOLHIDA PELO SR CREOMAR;
  • PREGÃO Nº 022/2011 -   Contratacao de empresa para fornecimento de materiais permanentes diversos para o Programa PRONAT Caprinocultura Contrato de Repasse nº 0201517-81/2006/CEF/MDA:
    • Publicação no diário oficial, marcando o pregão para ontem às 09:00 na sala de licitação da prefeitura;
    • Mudança na hora da abertura do pregão, das 09:00 para as 14:00, para não coincidir com o pregão anterior (que não ocorreu), marcado para o mesmo dia e horário;
    • Novamente não ocorreu o pregão. Sequer o prédio foi aberto à tarde;
    • Contratação: AGUARDAREMOS PARA OS PRÓXIMOS DIAS A PUBLICAÇÃO DA EMPRESA ESCOLHIDA PELO SR CREOMAR;
Ao que tudo parece, o Sr prefeito municipal,José Creomar de Mesquita Costa, não se mostra disposto a cumprir as leis que o responsabilizarão por tantos desmandos em suas gestões.
Porém, este NDDCSBRP continuará vigilante e denunciando esses desmandos do mal gestor que, pelo que se vê, não se mostra muito preocupado.

Agrotóxico: filho legítimo e reconhecido do agronegócio!

Para quem acha o agronegócio um modelo para a agricultura, José Juliano de Carvalho, professor de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP) e membro da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra), coloca-se na linha oposta, afirmando que o mesmo coloca a economia nacional subordinada aos interesses de empresas multinacionais, verificando-se esse fato em todo o modelo adotado, no uso indiscriminado de agrotóxicos, na propriedade das sementes e da terra, o que acaba por inviabilizar a agricultura familiar.

Acerca do agrotóxico na agricultura brasileira, não titubeia em denunciar: “o uso de agrotóxicos no Brasil é abusivo, exagerado e incontrolável''.

Constata estarrecido que “os agrotóxicos são usados sem nenhum controle pela sociedade brasileira. Seu uso está sob os interesses do que se chama de agronegócio”.

Além desse fato, já de enorme gravidade, na sua avaliação o que está em jogo não é apenas a inviabilização da agricultura familiar, mas a sua destruição; não apenas pelo uso abusivo e descontrolado do agrotóxico,  mas pelo conjunto do modelo do agronegócio.

Para José Juliano, que possui doutorado em Economia pela USP e pós-doutorado pela Ohio State Univesity, não existe outra medida, a não ser instituir a regulamentação do agronegócio.

“É preciso que se institua a regulação do agronegócio. Senão, pega-se um investimento público feito para a agricultura familiar ou para áreas de assentamento e deixa-se que essa área seja dominada por monoculturas ligadas ao agronegócio, com uso de agrotóxicos, transgênicos, prejudicando assim todas as pessoas que ali estão”.

Essas situações acima mencionadas já foram constatadas no Maranhão, em regiões em que o agronegócio ficou as suas garras, nas seguintes formas:

1 – o próprio IBAMA, que deveria exercer a fiscalização e o controle, já afirmou, diversas vezes em reuniões no Baixo Parnaíba, acerca da impossibilidade de controlar o uso de produtos químicos na agricultura, já tendo sido denunciado esse abuso, para não dizer crime, tanto na região do Baixo Parnaíba, quanto no Cerrado Sul maranhense e nada foi feito;

2 – no município de Buriti existe denúncia protocolada junto ao Órgão do Ministério Público, dando conta de ter havido pulverização aérea de produtos químicos, nos campos de plantio de soja, que chegou a atingir escola e residências, mesmo havendo a proibição expressa em legislação específica de que não se podem fazer pulverizações aéreas junto a cidades, rios e lagos, nem em áreas perigosas, sob determinadas redes elétricas;   

3 – em várias regiões do Estado está se disseminando essa prática de ceder área de assentamento, em regime de comodato, às empresas de plantação de eucalipto e cana de açúcar, para o plantio dessas monoculturas, desvirtuando assim o sentido dos assentamentos e inviabilizando o desenvolvimento da agricultura familiar, colocando em risco a segurança alimentar do país.

Confira abaixo a íntegra da entrevista concedida a Uol, que abaixo reproduzimos, para leitura e reflexão, com posterior partilha através dos comentários.

IHU On-Line – Qual sua opinião em relação ao uso de agrotóxicos no Brasil?

José Juliano de Carvalho – Minha atividade de pesquisa junto das populações camponesas durante muitos anos pôs-me em contato com os efeitos do agrotóxico. Mas o que importa é discutir esse modelo que se chama de agronegócio. Não se trata de uma simples técnica. É um modelo com efeitos perversos para a economia nacional, que nos faz voltar ao passado em relação à exportação de produtos primários e, o pior, com a dependência de poucas empresas multinacionais.

O agrotóxico, evidentemente, está ligado à questão das patentes e dos transgênicos. E os efeitos do enorme consumo de agrotóxicos no Brasil, que chega a 5,7 litros de veneno por habitante, estão ligados a esse modelo.

Isso tudo está dentro de uma questão maior, a questão agrária, que se caracteriza aqui no Brasil pela concentração fundiária, que está crescendo. 

Os agrotóxicos são usados sem nenhum controle pela sociedade brasileira. Seu uso está sob os interesses do que se chama de agronegócio. Olhando para o campo, veremos que há um mecanismo que torna o governo refém dos ruralistas. Neste mecanismo está embutida a própria questão macroeconômica, que tem um déficit crescente em contas correntes. Isso implica em pressão para se exportar mais commodities e o governo acaba ficando refém. 

Basta olhar para o Congresso Nacional e ver que ali há um domínio muito amplo dessas forças, que eu considero as mais retrógradas do país. Tenho visto muito a destruição e a inviabilização da agricultura familiar. Não só por causa do agrotóxico, mas pelo conjunto do modelo do agronegócio.

Um caso emblemático no Rio Grande do Sul é a detecção do agrotóxico no leite materno. A mãe, ao amamentar, envenena o filho com o próprio leite. Isso é um absurdo, um descontrole total. Minha opinião sobre o uso de agrotóxicos no Brasil é que é abusivo, exagerado, incontrolável. 

Ficou muito mais difícil para a agricultura familiar. Quando se fala em integração da agricultura familiar com a indústria, eu vejo mais uma relação de subordinação. O Brasil se sujeita a se entregar à economia mundial num lugar subalterno e sob o domínio de grandes empresas multinacionais. Elas fazem o que querem aqui, sem regulação e com domínio total. E não são punidas por seus crimes.

IHU On-Line – Então o impacto do uso de agrotóxicos pode prejudicar a economia brasileira? 

José Juliano de Carvalho – Penso que sim. E falo do impacto do pacote inteiro do modelo do agronegócio. Existe um eufemismo em torno disso, que vem dos Estados Unidos com o agrobusiness. O modelo inteiro prejudica o agrotóxico, inclusive, visto que ele está junto. É preciso que se institua a regulação do agronegócio. Senão, pega-se um investimento público feito para a agricultura familiar ou para áreas de assentamento e deixa-se que essa área seja dominada por monoculturas ligadas ao agronegócio, com uso de agrotóxicos, transgênicos, prejudicando assim todas as pessoas que ali estão.

IHU On-Line – O Brasil é um dos países que mais utilizam agrotóxicos. O que isso revela sobre a posição brasileira em relação ao futuro da agricultura?

José Juliano de Carvalho – Isso revela a subordinação brasileira na nova divisão internacional do trabalho. A nós coube voltar nossa pauta de exportação para os produtos primários, vendendo etanol, massa de celulose, soja, sempre com pouco valor agregado. Estamos nos colocando não como o país do futuro, mas como subalternos. Continuaremos sendo periferia.

IHU On-Line – Por que os países em desenvolvimento são os que mais utilizam agrotóxicos?

José Juliano de Carvalho – Porque eles são dominados pelas empresas, que têm um domínio inclusive sobre as terras. E a tática que essas empresas usam é do jogo mais baixo possível. Fazem de tudo, até suborno. Isso está ligado ao avanço do capital financeiro em todo o mundo, sendo que esses países vão perdendo a capacidade de fazer política. Eles fazem apenas a pequena política.

IHU On-Line – Quais são as alternativas aos agrotóxicos?

José Juliano de Carvalho – Nós podemos ter uso de química na agricultura, mas tem que ser um uso regulado. O que eu não vejo é alternativa ao modelo do agronegócio. Porque não é um modelo de produção, mas um modelo de domínio econômico, em que nem a reprodução das sementes é mais facultada aos agricultores. Eles têm que pagar pelas sementes e estas implicam no uso do agrotóxico X. É preciso quebrar com o poder de mercado dessas empresas. Um país como o nosso deveria regular a atividade do agronegócio, voltada aos interesses nacionais. Como se podem usar produtos que prejudicam a saúde da própria população trabalhadora?

Motos roubadas são apreendidas em ação da Polícia Civil em São Benedito

Motos roubadas são apreendidas em ação da Polícia Civil no interior do estado
 
Equipes de captura da Polícia Civil da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV) apreenderam na última sexta-feira, (22), quatro motos roubadas em uma ação realizada no município de São Benedito do Rio Preto, a 212 km de São Luís.

Segundo informações, as motos, três Honda Fan 125 e uma Broz 150, seriam recebidas por um receptador naquele município. Na ação, foi preso Olavo Moraes da Costa como um dos receptadores que revendia as motos na cidade.

Denúncias repassadas aos agentes da DRFV apontavam que motos roubadas estariam saindo de São Luís para serem revendidas em São Benedito. Assim, equipes da Delegacia foram à cidade e iniciaram investigações para descobrir o paradeiro dos envolvidos na ação.

De acordo com informações policiais, três das quatro motos que foram apreendidas em São Benedito foram repassadas por Olavo Moraes; a outra seria procedente de roubo no município de Vargem Grande.

A Polícia investiga o paradeiro dos demais envolvidos na ação. Olavo foi conduzido à Delegacia de São Benedito, onde prestou depoimento e foi liberado em seguida após pagamento de fiança. As motos apreendidas foram transportadas à São Luís.
Fonte: O Imparcial.

Petrobras adia refinaria do Maranhão de 2014 para 2016

RIO E SÃO PAULO – O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, afirmou hoje que o plano de negócios de 2011 a 2015 da estatal trabalha com a perspectiva de postergação do cronograma da refinaria Premium I, a ser instalada no Maranhão. A primeira fase do complexo, prevista inicialmente para 2014, foi postergada para 2016. Já a segunda etapa, cujo cronograma apontava início de operações em 2017, também foi revisado em dois anos, para 2019.
O projeto do complexo prevê a produção de combustíveis como diesel e querosene de aviação (QAV), a partir do refino de 300 mil barris por dia de petróleo em cada uma das duas fases.
Gabrielli disse que está bastante otimista com relação ritmo de produção da companhia que deverá ser acelerado nos próximos anos por conta do pré-sal. De acordo com ele, a companhia terá 35 sistemas de produção entrando em operação até 2020. Até 2015 serão, segundo ele, 10 novos projetos no pós-sal, 8 projetos no pré-sal e um nas áreas da cessão onerosa. No total, lembrou, até 2015 serão adicionados com estes projetos 2,3 milhões de barris de óleo equivalentes por dia.
Publicado por John Cutrim

Os Dez Mandamentos da Autoridade Pública

Como uma das bases fundamentais do Estado moderno, a lei não só impôs limite ao poder da autoridade pública. Serviu também para embasar a sua ação e obrigá-la a agir, quando assim determinar.

Assim, desobediência à lei ocorre quando:

a) a autoridade pública viola a lei: não apresenta a prestação de contas, por exemplo;

b) pratica uma ação sem base legal: nomeia pessoa para os quadros do serviço público, sem obedecer à regra do concurso público e/ou a excepcionalidade da contratação temporária;

c) omite-se, quando a lei a obriga a agir, não pratica todos os atos necessários para evitar dano ou se mantém inerte depois da ocorrência do fato: não manutenção de ônibus escolar, filas nos hospitais, etc.  

Anos de luta pelo estabelecimento de um Estado de Direito, que garanta a democracia plena, em um regime republicano, leva-nos novamente a pensar e refletir sobre o papel desempenhado pelas autoridades públicas de nosso país.

Observa-se que para a maioria das autoridades a lei não é o princípio de sua constituição como tal, nem mesmo se sente obrigada a cumpri-la, muito menos ser fiscalizada ou controlada.

Autoridade nenhuma está acima da lei. Ao contrário, está submetida aos seus ditames, aos seus preceitos, pois tal desobediência é um ato atentatório ao Estado Democrático de Direito.

No entanto, aqui a desobediência à lei por parte das autoridades públicas tornou-se um costume, assim como a ausência de punição, lembrança que ainda remota ao triste passado do autoritarismo e do seu pai, o absolutismo, quando a expressão “eu sou a lei” era corriqueira, que os mais cautelosos dos autoritários gostam de afirmar “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, como se não houvesse lei para limitar tal poder.

Diante de tantos abusos cometidos pelas autoridades públicas, não só a afronta a lei, o seu descumprimento puro e simples, mas a prática de irregularidades e crimes, de desobediência a prazos à corrupção deslavada, cada vez mais se torna necessário estabelecer princípios éticos como forma de exigir novos comportamentos para quem quiser ser autoridade em um regime democrático e republicano.

Abaixo, escrito pelo deputado federal Chico Alencar, um decálogo com regras de conduta, que precisam ser divulgadas, debatidas em grupos sociais, escolas, sindicatos e igrejas, como forma de refletir o que temos, a fim de criar campo fértil para surgir o que queremos.

Estes imperativos e proibições orientam para uma prática de vida que pode inibir a sucessão de transgressões à moralidade pública, corriqueira em nossa política contemporânea.

Os ‘Dez Mandamentos da autoridade pública’ nada mais são do que a conjugação de preceitos éticos, legais e culturais na forma de pequeno resumo didático do que melhor se produziu na história da humanidade, na luta do povo em busca da igualdade, liberdade e justiça.

Servem para mostrar aos ocupantes de cargos públicos que eles estão vinculados a preceitos para o bom desempenho de suas funções, que sendo por eles orientados estarão cumprindo os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Boa leitura e reflexão, não se esqueça de compartilhar:

1. AMARÁS A PROMOÇÃO DO BEM COMUM e não dos seus bens patrimoniais – “bezerros de ouro” da prosperidade particular -, com todo o teu coração e entendimento;

2. NÃO PRONUNCIARÁS A EXPRESSÃO ‘INTERESSE PÚBLICO’ EM VÃO, confundindo-a com a idolatria dos negócios privados;

3. GUARDARÁS NÍTIDA SEPARAÇÃO ENTRE DEDICADO TRABALHO E SALUTAR DESCANSO, desfrutando deste sem nenhuma vantagem indevida ou ‘mimo’ interessado derivado daquele;

4. HONRARÁS TODOS OS ANTECESSORES QUE, na vida pública, PRATICARAM A HONESTIDADE, o serviço, a defesa de causas de justiça para as maiorias desvalidas;

5. NÃO MATARÁS A ESPERANÇA DO POVO com práticas que degeneram o sentido maior da política, corrompendo-a pelo poder dissolvente do dinheiro e da hipocrisia;

6. NÃO COMETERÁS ATOS DE PROMISCUIDADE ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, ao manter relações impublicáveis de intimidade com aqueles que têm interesses em contratos do estado;

7. NÃO ROUBARÁS O ERÁRIO, em nenhuma das variadas e inventivas formas que a corrupção sistêmica criou: tráfico de influência, compras sem licitação, isenções fiscais sem critério, polpudas doações de campanha com retorno em obras públicas superfaturadas;

8. NÃO DARÁS FALSO TESTEMUNHO nem obrigarás sua assessoria de imprensa a mentir para esconder viagens e relações que não resistem à transparência e aos critérios da moralidade administrativa;

9. NÃO COBIÇARÁS, fascinado pela ascensão à vida de luxo e prazeres, o que NÃO TE PERTENCE, nem darás a teus cônjuges, parentes consangüíneos diretos ou amigos privilégios e oportunidades que não são oferecidas às pessoas comuns;

10. ZELARÁS COM RIGOR MÁXIMO PELO PATRIMÔNIO PÚBLICO sobre o qual tens mandato e que transitoriamente gerencias.
Fonte: Blog Diário de Luta.

Dr Bonifácio Barbosa apoia o NDDCSBRP

Dr Bonifácio Barbosa
O Dr José de Bonifácio Barbosa é leitor declarado das matérias postadas neste Blog e também apoia o movimento liderado pelo NDDCSBRP no sentido de moralizar a aplicação dos recursos públicos em nosso município.
Em relação ao Núcleo, Dr Bonifácio declara: "Apoiar  coisas serias  é  obrigação  de  qualquer  cidadão. Contem  com  o  nosso  apoio.  Esse  prefeito nos  parece  mais  perdido  que  cego  em  tiroteio, para  ele  basta  ter  mais  dinheiro  do que  todos  os  cidadãos  de  SBRP"
Bonifácio, apesar de não ter nascido aqui, considera-se sambeneditense. É muito conhecido, mantém estreitas relações, além de visitar frequentemente São Benedito do Rio Preto, terra natal de sua esposa, Dra. Glória.
Em e-mail enviado hoje ao NDDCSBRP, Dr Bonifácio desabafa: "Neste  fim de  semana  estive  no povoado  Pindoval  Quase  não cheguei  em carro  alto Para  retornar  contratei  10  homens  para  arrumarem  as  ladeiras  do  Pindoval  ao São  Miguel. É uma  vergonha se  dizer  que  tem  prefeito  em  São  Benedito  do  Rio  Preto.   Vamos  lutar  por  melhoria  do  nosso  Município  Eu  tenho  o  titulo de cidadão  de  SBRP."
Agradecemos ao apoio do Dr Bonifácio e o informamos bem como a todos conterrâneos interessados que, anualmente, Sr Creomar Mesquita declara em suas prestações de contas gastos em torno de R$: 1.000.000,00 (um milhão de reais), geralmente um poco mais, com estradas vicinais.
Este NDDCSBRP já denunciou várias irregularidades acerca disso, inclusive com estradas se sobrepondo a outras e, o pior, estradas ligando povoados inexistentes.

20 MIL ACESSOS EM TRÊS MESES. OBRIGADO!

Até meados de abril deste ano, este Blog era de propriedade e responsabilidade exclusivas do Prof. Iran Avelar de Urbano Santos.
Por volta do dia 15 do mesmo mês, o companheiro Iran permite aos companheiros do NDDCSBRP postagem de matérias. Em 19/05 iniciamos nossas postagens próprias.
Nessa época, o blog estava com cerca de 3 mil acessos. Após as postagens do Núcleo iniciarem, o nº de acesso aumentou substancialmente, chegando ao incrível total de vinte mil acessos, na madrugada de hoje.
Alguns números interessantes: Em março deste ano o total de cesso do mês foi de 861 e, já em abril chegamos à marca mensal de 2887. Em maio o blog foi visto 4368 vezes e no mês de junho atingimos o recorde, 5229 acessos em um único mês.
No mês de julho, até hoje às 13:30 tivemos um total de 4250 acessos. No mês passado, o blog foi mais visitado no dia 15, com 408 acessos/dia. Essa marca diária foi superada apenas pela do dia 17 de julho, no qual o blog foi visto, em um só dia,  429 vezes. Vale lembra que esse foi o dia em que ocorreria o concurso fraudado do Sr José Creomar.
Além das postagens neste blog, o NDDCSBRP já realizou duas audiências cidadãs, uma na sede do STTR e outra em praça pública, além de 9 edições do jornal Raio X.
Sobre o trabalho do NDDC, o prefeito teria comentado com um assessor que não tem medo da justiça, pois pode pagar bons advogados. Mas, segundo Creomar, o que tem lhe preocupado é com a "repercussão negativa" que "esse grupinho" tem dado a seu nome.
Agradecemos nessa oportunidade ao companheiro Iran por nos ter passado a propriedade do Blog, mas, principalmente queremos agradecer a cada um dos milhares de internautas que clicam diariamente em nosso endereço e nos fizeram atingir esse incrível número de acesso.
Convidamos a cada um dos senhores a continuar acompanhando, comentando e nos fornecendo informações para que através desse blog consigamos moralizar a aplicação das verbas públicas em nosso município e, dessa forma, mostrar para os gestores corruptos que eles não podem tudo.
Não é a toa a definição de sarney para esse tipo de movimento. É do senador do PMDB do Amapá a seguinte afirmação: "...esse tsunami avassalador que é a internet!"